Paulo Roberto Gomes Fernandes surge como referência quando se analisam os movimentos estratégicos da indústria de dutos em eventos internacionais, especialmente aqueles que funcionam como termômetro para investimentos futuros. Em janeiro de 2026, ao revisitar o encerramento da International Pipelines Conference realizada em Calgary em 2018, observa-se como o evento consolidou expectativas positivas para o setor de oleodutos e gasodutos, mesmo diante de desafios regulatórios, ambientais e geopolíticos que já se faziam presentes naquele período.
A conferência reuniu um público expressivo nas sessões técnicas e na área de exposição, atraindo jovens profissionais, especialistas e lideranças empresariais de diferentes regiões do mundo. Conforme analisado por observadores do setor, esse ambiente favoreceu a troca de conhecimento técnico e o alinhamento de visões estratégicas sobre o futuro da infraestrutura dutoviária, um movimento que continua relevante no cenário atual.
A conferência como vitrine global de inovação em dutos
Sob a perspectiva de Paulo Roberto Gomes Fernandes, a IPC sempre ocupou posição central na agenda do midstream global, ao reunir projetos, tecnologias e debates ligados à construção, manutenção e operação de pipelines. De acordo com avaliações técnicas recorrentes, o evento se destaca por apresentar soluções aplicáveis a diferentes realidades geográficas, desde regiões de clima extremo até áreas com elevada complexidade geológica.
Nesse contexto, a participação de profissionais de empresas operadoras, fabricantes de equipamentos e instituições técnicas reforçou o papel da conferência como espaço de validação de tendências. Conforme se observava à época, o interesse crescente por tecnologias capazes de viabilizar grandes travessias, especialmente por meio de túneis longos, indicava uma retomada gradual de projetos represados em diversos países.
Interesse internacional e protagonismo tecnológico brasileiro
Na avaliação de Paulo Roberto Gomes Fernandes, um dos aspectos mais relevantes daquele encerramento foi o interesse despertado por soluções brasileiras apresentadas na área de exposição. Conforme relatado por participantes do evento, engenheiros e executivos de grandes projetos internacionais buscaram informações sobre tecnologias voltadas ao lançamento e à suportação de dutos em ambientes confinados, com aplicações potenciais em diferentes continentes.

Esse movimento revelou que, mesmo em um mercado altamente competitivo, soluções desenvolvidas fora dos grandes centros tradicionais de engenharia conseguem atrair atenção quando demonstram eficiência técnica e viabilidade operacional. Segundo análises do setor, o interesse partiu de empresas envolvidas em projetos na América do Norte, Ásia, Oriente Médio e Europa, o que ampliou o alcance das discussões iniciadas durante a conferência.
Expectativas de retomada no mercado canadense e norte-americano
Como observa Paulo Roberto Gomes Fernandes, o mercado canadense de pipelines vivia, naquele momento, um cenário de transição. Apesar das resistências enfrentadas por novos projetos, sobretudo em função de questões ambientais e negociações com comunidades locais, havia sinais claros de otimismo moderado. Conforme indicado por análises institucionais, autoridades ambientais avançavam nos estudos necessários para liberar obras estratégicas de oleodutos e gasodutos que cruzariam o país em diferentes direções.
Além disso, projetos de grande porte nos Estados Unidos e no Canadá encontravam-se em fases distintas de desenvolvimento, especialmente aqueles que envolviam longos túneis para travessias geológicas complexas. À luz do que aponta Paulo Roberto Gomes Fernandes, esses empreendimentos demandavam soluções técnicas específicas, capazes de reduzir riscos, custos e impactos ambientais, o que reforçava o valor de tecnologias inovadoras discutidas no evento.
Projetos globais e a ampliação das oportunidades no setor
Na interpretação de Paulo Roberto Gomes Fernandes, o caráter global da IPC ficou evidente pelo volume e pela diversidade de projetos debatidos. Empresas europeias, asiáticas, árabes e latino-americanas participaram ativamente das discussões, avaliando aplicações práticas das tecnologias apresentadas. Conforme sinaliza o setor, esse intercâmbio contribuiu para consolidar expectativas de negócios em diferentes geografias, incluindo projetos de grande escala na Ásia Central, no Oriente Médio e no Norte da Europa.
A análise daquele encerramento indica que a conferência não apenas refletiu o estado do mercado em 2018, mas antecipou movimentos que se confirmariam nos anos seguintes. Por fim, considerando o cenário de 2026, percebe-se que eventos como a IPC continuam exercendo papel estratégico ao alinhar inovação, engenharia aplicada e visão de longo prazo, elementos essenciais para a evolução sustentável da indústria global de pipelines.
Autor: Robert jhons
